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São Paulo tem as 20 melhores ligações rodoviárias do país

31/10/2019

A malha rodoviária paulista sob concessão tem as melhores rodovias do país, de acordo com a 23ª Pesquisa Rodoviária da Confederação Nacional do Transporte, divulgada nesta terça-feira (22), em Brasília. Das 20 melhores ligações rodoviárias avaliadas pelo órgão, 17 recebem investimentos do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo – todas foram classificadas como ótimas.

A Rodovia D. Pedro I (SP 65) é considerada a melhor rodovia do país pela primeira vez, em ligação entre Campinas e Jacareí com acesso pela SP 340. O corredor é operado pelas Concessionárias Rota das Bandeiras e Renovias sob fiscalização da Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp). Em segundo lugar, aparece a Rodovia dos Bandeirantes (SP 348), seguida do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto (SP 70), importante alternativa à Rodovia Presidente Dutra nas viagens entre São Paulo e Rio de Janeiro, no trecho até Taubaté.

Foram avaliados 108.863 quilômetros de rodovias. Outro dado apurado pelos técnicos da CNT demonstra que a malha rodoviária que passa por São Paulo é a melhor do Brasil, com 81,8% de sua extensão classificada como ótima ou boa. Considerando todo o país, 59% dos trechos avaliados apresentaram estado geral com classificação regular, ruim ou péssima.

“A avaliação da CNT demonstra que São Paulo está no caminho certo ao delegar para o setor privados os pesados investimentos que são necessários para manter a qualidade da malha rodoviária sem abrir mão de uma forte regulação e fiscalização do setor”, afirma o Diretor Geral da Artesp, Giovanni Pengue Filho. “Este ano iniciamos o processo de concessão de mais dois lotes rodoviários que passarão a ser operados com esse padrão das melhores rodovias do país”, diz.

A importância de uma malha viária em boas condições está diretamente ligada à segurança, à economia e também ao meio ambiente. De acordo com a CNT, rodovias com pavimento em péssimo estado de conservação conferem um acréscimo médio do custo operacional do transporte da ordem de 91,5%. Na média nacional, considerando o atual estado da malha, o impacto é de 28,5% no custo operacional. São prejuízos que a malha concedida de São Paulo não agrega aos seus usuários.

Abaixo, o ranking da CNT com as melhores rodovias do país:

1º – Ligação Campinas – Jacareí; SP 065 – Rod. D. Pedro I e SP 340 Rod. Gov. Adhemar Pereira de Barros – Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Rota das Bandeiras e Renovias;

2° – Ligação São Paulo – Limeira; SP-310 / SP-348 Rod. dos Bandeirantes – Classificado como ótimo, o trecho é administrado e operado pela concessionária Autoban;

3º – Ligação São Paulo – Taubaté – SP 070 – Sistema Ayrton Senna/Carvalho Pinto; Classificado como ótimo o trecho é administrado pela Ecopistas;

4º – Ligação Bauru – Itirapina; SP 225 – Rod. Comte. João Ribeiro de Barros e Rod. Eng. Paulo Nilo Romano – Classificado como ótimo, o trecho é administrado pela concessionária Centrovias;

5°- Ligação São Paulo – Itaí – Espirito Santo do Turvo – SP-280/SP-255

6º – Ligação Campo Coxo – Eleutério – SP-191/SP-352 Rod. Wilson Finardi e Rod. Comendador Virgolino de Oliveira; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pela concessionária Intervias e pelo DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo);

7º – Ligação Piracicaba – Mogi Mirim – SP-147 – Rod. Engenheiro João Tosello; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pela concessionária Intervias;

8º – Ligação São Paulo – Uberaba – SP 330 – Rod. Anhanguera – Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Autoban, Autovias, Intervias e Entrevias;

9º – Ligação Barretos – Bueno de Andrade – SP 326 – Rod. Brig. Faria Lima – Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Triângulo do Sol e Tebe;

10° – Ligação Rio de Janeiro (RJ) – São Paulo – BR 116; Rodovia federal;

11º – Ligação Sorocaba – Cascata – Mococa – SP-075/SP-340/SP-342/SP-344

12º – Ligação Araraquara – São Carlos – Franca – Itirapuã – SP-255/SP-318/SP-334/SP-345 –

13° – Ligação Engenheiro Miller (Avaré/SP) – Jupiá (Castilho/SP) – SP-209/SP-300

14° – Ligação São Carlos – S. J. da Boa Vista – S. J. do Rio Preto – SP-215/SP-350 Rod. Vicente Botta e Rod. Dep. Eduardo Vicente Nasser; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Renovias e Intervias;

15° – Ligação Ribeirão Preto – Borborema – SP-330/SP-333 – Rod. Carlos Tonani e Rod. Laurentino Mascari; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pela concessionária Triângulo do Sol;

16° – Ligação Belo Horizonte – São Paulo – BR 381; Rodovia federal;

17º – Ligação Limeira – São José do Rio Preto – SP-310/ SP-330 – Rod. Washington Luís e Rod. Rod. Anhanguera; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Autoban, Triângulo do Sol e Centrovias;

18º – Ligação Rio Claro – Itapetininga – SP-127 Rod. Antônio Romano Schincariol, Rod. Fausto Santomauro e Rod. Cornélio Pires; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pelas concessionárias Colinas e SPvias;

19º – Ligação São Paulo – São Vicente – Sistema Anchieta-Imigrantes; Classificado como ótimo, o trecho é administrado pela concessionária Ecovias;

20º – Ligação São Paulo – Curitiba – BR 116; Rodovia federal;

Programa de Concessões

O programa paulista de concessões rodoviárias viabiliza investimentos em obras e modernizações operacionais com intensa fiscalização e regulação feita pela Artesp. Desde o início do programa, as concessionárias já investiram R$ 120 bilhões. A agência é responsável, também, por cobrar das concessionárias a conservação das rodovias e operação da malha de acordo com os parâmetros rigorosos estabelecidos nos editais e contratos de concessão que abrangem 8,4 mil quilômetros de rodovias estaduais paulistas.

Os investimentos realizados asseguraram, por exemplo, a duplicação de 1.254 quilômetros da malha, implantação de 1.751 quilômetros de faixas adicionais e de 329 quilômetros de marginais. São obras que, além de trazerem conforto ao motorista, também aumentam a segurança.

A duplicação, por exemplo, evita acidentes como colisões frontais e laterais comuns quando o motorista realiza ultrapassagens em pista simples utilizando a faixa do sentido contrário. As marginais segregam o tráfego urbano do fluxo de veículos de viagens longas, cujas características são conflitantes e, por vezes, causam acidentes.

Fonte: Governo do Estado de São Paulo

 

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